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O QUE É A ASTROFILOSOFIA?

A AstroFilosofia recoloca o homem no centro do universo, toma cada ser humano como centro do seu universo, ela é antropocêntrica, os planetas rodam à volta dele e são passíveis duma interpretação em função dele. O ser humano interpreta o seu céu de nascimento que é o seu mapa dos instintos e do tempo, o mapa que vai definir a estrutura da sua realidade, ou as características potenciais do seu espaço interior, esse espaço interior definido em termos de áreas, de modelos, de funções da consciência humana.

A AstroFilosofia traz novamente o céu como objecto filosófico, com o homem no centro desse céu. Ao colocar-se a antiga astrologia fora das universidades, abandonou-se também a reflexão filosófica sobre o céu, sobre o sentido do ser humano integrado no espaço cósmico. Temos essas reflexões filosóficas sobre o céu em Platão, em Aristóteles, em Kant. Não é por acaso que a obra, Teoria do Céu de Kant, é uma obra desprezada, porque a astrologia foi desprezada, perdeu-se uma filosofia sobre o céu, uma AstroFilosofia, e com isso perdeu-se também a possibilidade de o homem se interpretar num espaço maior do que a própria humanidade.

ASTROFILOSOFIA, UM MÉTODO DE ORIENTAÇÃO E PREVISÃO

A abordagem das psicoterapias às experiências difíceis das pessoas está influenciada pela perspectiva psicanalítica, que as considera como problemas do passado, traumas do desenvolvimento, como se a normalidade tivesse sido perturbada e fosse agora necessário repará-la.

A AstroFilosofia tem uma noção diferente de normalidade. O seu sistema de significados - herdado da filosofia e da astrologia gregas e renovado na minha obra Astrologia & Filosofia - descreve situações humanas, formas possíveis de manifestação das realidades humanas. Ainda que as pessoas tendam a perguntar “Isso é bom ou é mau?”, numa lógica de positivo e negativo, os elementos astrológicos descrevem e trazem à palavra as possibilidades combinatórias das realidades. É um jogo das possibilidades humanas, ou do mundo como é visto pelos seres humanos.

RETORNO À FILOSOFIA COMO SABEDORIA DE VIDA

“O homem bom é aquele que conhece o bem”. É este o princípio fundamental da concepção de Sócrates sobre o homem virtuoso, aquele que não deixa nunca de praticar o bem porque o conhece. Esta perspectiva ficou conhecida na história da filosofia como “intelectualismo moral”. O argumento habitual contra esta concepção é que alguém pode saber o que é o bem, e o que deveria fazer, mas optar por fazer o mal, ou seja, não basta o aspecto intelectual, é necessário juntar a isso a vontade e a acção.

Imagens NASA
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